


não ser adequado nem seguro, não é saudável psicologicamente para quem está a atravessar um doloroso processo de luto”.

Estas são as palavras de um dos técnicos da DEATHCLEAN®
, que diariamente lida com situações traumáticas e para além da limpeza a efetuar no local, presta ainda todo o apoio necessário aos familiares da vítima, que confiam à DEATHCLEAN®
, toda a responsabilidade do restauro do local tal como ele se encontrava antes do incidente, ajudando assim a família, no recomeço de uma nova etapa.
NÃO CORRA RISCOS, CONTRATE-NOS!

É elevada a probabilidade da presença de microrganismos patogénicos num local onde ocorreu uma morte e que possuí diversos vestígios biológicos, que são responsáveis pela transmissão de inúmeras doenças, como, por exemplo, a Hepatite, SIDA, a Tuberculose, entre muitas outras.

Quando a família opta por limpar o local, ficará imediatamente exposta à contaminação e em muitos dos casos desconhece que poderá ter ficado infetada, contagiando posteriormente e involuntariamente terceiros.
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O risco do nosso trabalho
“É um trabalho difícil, exigindo muito a nível físico e emocional, mas alguém tem de o fazer. Não deve recair sobre a família, pois, além de não ser adequado nem seguro, não é saudável psicologicamente para quem está a atravessar um doloroso processo de luto”.
Estas são as palavras de um dos técnicos da DEATHCLEAN®, que diariamente lida com situações traumáticas e para além da limpeza a efetuar no local, presta ainda todo o apoio necessário aos familiares da vítima, que confiam à DEATHCLEAN®, toda a responsabilidade do restauro do local tal como ele se encontrava antes do incidente, ajudando assim a família, no recomeço de uma nova etapa.
“A maioria das pessoas que nunca solicitaram um serviço à DEATHCLEAN®, não conseguem reconhecer o valor e a diferença do nosso pioneiro trabalho, muito devido ao facto de desconhecerem o tipo de limpeza especializada que realizamos e a ajuda e atenção que prestamos junto dos familiares e amigos antes e depois da nossa intervenção no local, pois não podemos esquecer que devido à rapidez da nossa capacidade de resposta, no tempo que estamos a realizar a nossa limpeza, a família ainda está no seu processo de luto”.
Não podemos esperar que seja a família a limpar o local de uma morte, seja ela de um crime violento, suicídio ou morte natural, pois será uma recordação traumatizante e uma memória que deverá evitar. É um trabalho que deverá ser deixado ao cargo dos nossos técnicos, treinados com a devida preparação técnica e psicológica, a família em circunstância alguma deverá ser exposta a tal situação traumática.
“Muitas pessoas assumem que são as forças policiais (PSP, GNR ou PJ), os bombeiros, o INMLCF ou até mesmo as funerárias que tratam da limpeza ou desinfeção do local onde ocorreu uma morte. Logo após as necessárias diligências efetuadas pelas autoridades responsáveis pela investigação e a recolha do corpo da vítima, o local é deixado à responsabilidade da família, que terá de limpar todo aquele cenário, não só o sangue e outros fluidos corporais presentes, como também, todo o material deixado pelas autoridades durante o processo de investigação”.

NÃO CORRA RISCOS, CONTRATE-NOS!
É elevada a probabilidade da presença de microrganismos patogénicos num local onde ocorreu uma morte e que possuí diversos vestígios biológicos, que são responsáveis pela transmissão de inúmeras doenças, como, por exemplo, a Hepatite, SIDA, a Tuberculose, entre muitas outras.
Quando a família opta por limpar o local, ficará imediatamente exposta à contaminação e em muitos dos casos desconhece que poderá ter ficado infetada, contagiando posteriormente e involuntariamente terceiros. Não esquecendo o facto de a família não utilizar, durante a limpeza, produtos eficazes ao combate desses microrganismos e nem à eliminação dos maus odores. É um trabalho de limpeza e desinfeção que necessita de ser efetuado por técnicos certificados e especializados, utilizando técnicas e produtos profissionais para cada cenário a intervir.
DEATHCLEAN®, desde 2008 a ajudar as famílias Portuguesas.








